"Eu comecei uma brincadeira que fez o mundo todo começar a chorar, mas eu não percebi que a brincadeira era comigo.
E eu comecei a chorar que fez o mundo todo começar a rir, se eu apenas tivesse percebido que a brincadeira era comigo.
E eu olhei para os céus, passando minhas mãos nos meus olhos e caí da real, amaldiçoando minha mente pelas coisas que disse.
Até que finalmente morri, que fez o mundo todo começar a viver."
françoá
8 de dezembro de 2007
Primitivos modernos
Houve uma época, a muito, muito tempo atrás, em que a vida humana era regida pela lei da selva (leia-se: a lei do mais forte!). Nesse tempo, justiça não era sequer um conceito! Quem podia mais chorava menos, literalmente.
E desse modo, com uns se sobrepujando aos outros, a espécie evoluiu. Na luta por espaço e por comida, os últimos eram os primeiros a desaparecer. Claro que tinha também o fator sorte: as vezes um rival era atingido por um raio ou devorado por um tigre! e aí os mais fracos ganhavam uma nova chance.
Mas, por um descuido evolutivo, nossos ancestrais adquiriram consciência. E hoje muito nos vangloriamos por isso (embora eu, sinceramente, não veja muita vantagem em tal aquisição!). Temos, agora, a percepção de que existimos e de que outros existem. Sabemos que a busca do prazer e a evitação da dor são as constantes em todo animal. Destinguimos o bem do mal. Exaltamos a justiça como valor supremo. Enfim, desenvolvemos a tal da moralidade.
Tecnologicamente, atingimos patamares jamais imaginados na medicina, na mecânica, na computação e etc. Nenhum "ugabuga" poderia sequer sonhar que um dia seus descendentes dispusessem de tamanho poder e conforto. Não obstante a tudo isso, aquela velha lei da selva ainda vinga entre nós. Os homens continuam a se sobrepujar, mesmo sem saber ao certo por quê. Nossa sociedade é uma selva: os mais fortes triunfam e os mais fracos penam (e torcem, como faziam seus ancestrais primitivos, para que a sorte lhes favoreça). A grande diferença é que já não se travam mais lutas diretas pela comida e pelo espaço. Graças a essa evolução toda, os fracos de hoje já não lutam mais; aguentam o frio das ruas e o aperto da fome sem protestar. Se convenceram que a justiça é apenas um conceito e que o que vale mesmo é a lei do mais forte - e nem todos são fortes!
...
E querem saber porque eu ainda acredito em Deus? É porque eu não consigo acreditar nos homens.
[marcelo doro]
E desse modo, com uns se sobrepujando aos outros, a espécie evoluiu. Na luta por espaço e por comida, os últimos eram os primeiros a desaparecer. Claro que tinha também o fator sorte: as vezes um rival era atingido por um raio ou devorado por um tigre! e aí os mais fracos ganhavam uma nova chance.
Mas, por um descuido evolutivo, nossos ancestrais adquiriram consciência. E hoje muito nos vangloriamos por isso (embora eu, sinceramente, não veja muita vantagem em tal aquisição!). Temos, agora, a percepção de que existimos e de que outros existem. Sabemos que a busca do prazer e a evitação da dor são as constantes em todo animal. Destinguimos o bem do mal. Exaltamos a justiça como valor supremo. Enfim, desenvolvemos a tal da moralidade.
Tecnologicamente, atingimos patamares jamais imaginados na medicina, na mecânica, na computação e etc. Nenhum "ugabuga" poderia sequer sonhar que um dia seus descendentes dispusessem de tamanho poder e conforto. Não obstante a tudo isso, aquela velha lei da selva ainda vinga entre nós. Os homens continuam a se sobrepujar, mesmo sem saber ao certo por quê. Nossa sociedade é uma selva: os mais fortes triunfam e os mais fracos penam (e torcem, como faziam seus ancestrais primitivos, para que a sorte lhes favoreça). A grande diferença é que já não se travam mais lutas diretas pela comida e pelo espaço. Graças a essa evolução toda, os fracos de hoje já não lutam mais; aguentam o frio das ruas e o aperto da fome sem protestar. Se convenceram que a justiça é apenas um conceito e que o que vale mesmo é a lei do mais forte - e nem todos são fortes!
...
E querem saber porque eu ainda acredito em Deus? É porque eu não consigo acreditar nos homens.
[marcelo doro]
4 de dezembro de 2007
Tempos modernos. Part I
Quando a rotina corrói os fortes, e as ambições são pequenas, o ressentimento fala mais alto, então as emoções não melhoram, e mudamos nossos caminhos pegando estradas diferentes.
Por que o meu quarto é tão frio? Eu me lembro de você virado de costas do seu lado querendo apenas dormir.
Nosso respeito murchou tanto? Mas ainda há esta atração que mantemos em nossas vidas.
Você fala de todos os meus fracassos, e o desespero toma conta.
Será que algo tão bom simplesmente não funciona mais?
Você me perguntou se eu ainda te amava, mas não sei se algum dia eu amei, para falar a verdade, quem sabe o que é o amor.
O amor de hoje não é o mesmo de outros tempos, não há mais romantismo, não há mais cumplicidade.
Hoje é só atração, libertinagem pura, e isto é uma desilusão... "pobres tolos que um dia amaram".
"...eu ainda te amo, mas não lhe quero mais..."
Mas, sempre há um "mas"... de tudo, um pouco ficou...
...apenas, saudades de ti ...
françoá
Por que o meu quarto é tão frio? Eu me lembro de você virado de costas do seu lado querendo apenas dormir.
Nosso respeito murchou tanto? Mas ainda há esta atração que mantemos em nossas vidas.
Você fala de todos os meus fracassos, e o desespero toma conta.
Será que algo tão bom simplesmente não funciona mais?
Você me perguntou se eu ainda te amava, mas não sei se algum dia eu amei, para falar a verdade, quem sabe o que é o amor.
O amor de hoje não é o mesmo de outros tempos, não há mais romantismo, não há mais cumplicidade.
Hoje é só atração, libertinagem pura, e isto é uma desilusão... "pobres tolos que um dia amaram".
"...eu ainda te amo, mas não lhe quero mais..."
Mas, sempre há um "mas"... de tudo, um pouco ficou...
...apenas, saudades de ti ...
françoá
27 de novembro de 2007
Da série "sabedoria popular"....
Pega-se um boi pelos chifres
O homem com palavras
E a mulher, apenas com elogios ...
Françoá
O homem com palavras
E a mulher, apenas com elogios ...
Françoá
Cinema
Amor, não há amor, existem só provas de amor
Mas, para o amor, provas não bastam, é tudo mentira, tudo cinema
Apenas cenas quando, em ledo engano-me, as cenas regressando em algum trem
Ah! Essa historia de amor porque uns barcos se afastam
e mil sereias cantam sem pudor
Oh! Que trágico destino! Preferi-ser o assassino ao amante leal
e que os bandidos são úteis e nós, os amantes, fúteis.
Vulgaridade do mal
Amar agora é crime e só a paixão nos redime da obsessão do sublime, do ideal
Tudo romance, tudo poema apenas cenas...
Fazer mal do amor... é a gloria?
E o sofrer de amor? A quem? Por quem? Por quem que mereça
Ah! Essa historia de dor buscar o amor sem vitória, sem memória
É tão desleal.
Françoá
Mas, para o amor, provas não bastam, é tudo mentira, tudo cinema
Apenas cenas quando, em ledo engano-me, as cenas regressando em algum trem
Ah! Essa historia de amor porque uns barcos se afastam
e mil sereias cantam sem pudor
Oh! Que trágico destino! Preferi-ser o assassino ao amante leal
e que os bandidos são úteis e nós, os amantes, fúteis.
Vulgaridade do mal
Amar agora é crime e só a paixão nos redime da obsessão do sublime, do ideal
Tudo romance, tudo poema apenas cenas...
Fazer mal do amor... é a gloria?
E o sofrer de amor? A quem? Por quem? Por quem que mereça
Ah! Essa historia de dor buscar o amor sem vitória, sem memória
É tão desleal.
Françoá
previsões macabras
Cientista diz que aquecimento global é inevitável e 6 bilhões morrerão
James Lovelock afirma que o verde é a cor do mofo e da corrupção
Aos 88 anos, com uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas de temperatura como a América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8º – quase o dobro das previsões mais prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes – Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.
Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas.
– Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria – sentencia Lovelock – O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável.
Trocar as lâmpadas de casa por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre.
– Verde é a cor do mofo e da corrupção – diz.
Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as idéias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida como Gaia – a idéia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está “vivo”. Essa visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática.
[fonte: www.clicrbs.com.br]
James Lovelock afirma que o verde é a cor do mofo e da corrupção
Aos 88 anos, com uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas de temperatura como a América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8º – quase o dobro das previsões mais prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes – Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.
Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas.
– Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria – sentencia Lovelock – O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável.
Trocar as lâmpadas de casa por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre.
– Verde é a cor do mofo e da corrupção – diz.
Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as idéias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida como Gaia – a idéia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está “vivo”. Essa visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática.
[fonte: www.clicrbs.com.br]
sabedoria popular
"Pode-se levar um burro a um poço,
mas é impossível faze-lo beber água"
marcelo doro
mas é impossível faze-lo beber água"
marcelo doro
Como eu te amei...
Ahhh se eu te amei...
E quanto...
Seus olhos, cabelos, lábios...
Seu corpo, suas pernas, seus pés...
Sim... as tuas mãos, estas marquinas nas costas...
Nossas noites, nossos sonhos...
Seu suspiro, sua respiração...
Nossas manhãs, seu bocejar...
Sua carinha de sono...
Ahhh se eu te amei...
E quanto...
Pensando bem,
Nem foi tanto assim.
Françoá
E quanto...
Seus olhos, cabelos, lábios...
Seu corpo, suas pernas, seus pés...
Sim... as tuas mãos, estas marquinas nas costas...
Nossas noites, nossos sonhos...
Seu suspiro, sua respiração...
Nossas manhãs, seu bocejar...
Sua carinha de sono...
Ahhh se eu te amei...
E quanto...
Pensando bem,
Nem foi tanto assim.
Françoá
25 de novembro de 2007
Paranóia insolênte
Vamos lá, faz tempo que não escrevo nada. Acontece que depois que decidi não abordar mais o tema “mulheres”, fiquei meio sem assunto. Já não existem mais tantas coisas interessantes nesse mundo...
Vou falar de política. (Mas, por favor, não abandone a leitura.) A política é uma área que sempre tem muita coisa para ser considerada. Não que eu tenha algo de novo para dizer, além daquilo que todo mundo sabe: que se trata de um terreno ambíguo, onde o que é não parece e o que parece não é. Ou seja, que se trata de uma grande e sonolenta confusão. Mas não vamos ser injustos, talvez existam mesmo coisas boas e belas na política. Pode ser apenas uma questão de ponto de vista – do ponto de vista dos nossos políticos lacaios, por exemplo, a política deve ser realmente um negócio bom! (rs).
O importante é não perdermos a esperança. Podemos até perder a calma; a esperança, jamais.
Eu sei que está cada vez mais difícil confiar. Sei que o acúmulo de desilusões nos oprime. Sei que já não temos a ingenuidade iluminista de acreditar que a historia caminha sempre para estágios de maior harmonia e perfeição. Sei que Deus já não faz tantos milagres quantos costumava fazer em tempos remotos. Sei que a ciência já não nos traz a mesma euforia que proporcionava em outras épocas. Sei que já não nos restam grandes causas, depois da ruína do sonho socialista. Sei que o egoísmo humano parece se fortificar sempre mais e mais. E sei, também, que não se sabe ao certo onde tudo isso vai levar. Mas, e daí, se a vida não é tão colorida quando gostaríamos que fosse? Qual é o problema de o mundo ser esse lugar tão estranho? Vamos por isso nos fechar no nosso micro-cosmo e esperar o tempo passar para junto passarmos pela vida? Não, né! É preciso acreditar. E lutar.
[não, não vou me candidatar! rsrs]
marcelo doro
Vou falar de política. (Mas, por favor, não abandone a leitura.) A política é uma área que sempre tem muita coisa para ser considerada. Não que eu tenha algo de novo para dizer, além daquilo que todo mundo sabe: que se trata de um terreno ambíguo, onde o que é não parece e o que parece não é. Ou seja, que se trata de uma grande e sonolenta confusão. Mas não vamos ser injustos, talvez existam mesmo coisas boas e belas na política. Pode ser apenas uma questão de ponto de vista – do ponto de vista dos nossos políticos lacaios, por exemplo, a política deve ser realmente um negócio bom! (rs).
O importante é não perdermos a esperança. Podemos até perder a calma; a esperança, jamais.
Eu sei que está cada vez mais difícil confiar. Sei que o acúmulo de desilusões nos oprime. Sei que já não temos a ingenuidade iluminista de acreditar que a historia caminha sempre para estágios de maior harmonia e perfeição. Sei que Deus já não faz tantos milagres quantos costumava fazer em tempos remotos. Sei que a ciência já não nos traz a mesma euforia que proporcionava em outras épocas. Sei que já não nos restam grandes causas, depois da ruína do sonho socialista. Sei que o egoísmo humano parece se fortificar sempre mais e mais. E sei, também, que não se sabe ao certo onde tudo isso vai levar. Mas, e daí, se a vida não é tão colorida quando gostaríamos que fosse? Qual é o problema de o mundo ser esse lugar tão estranho? Vamos por isso nos fechar no nosso micro-cosmo e esperar o tempo passar para junto passarmos pela vida? Não, né! É preciso acreditar. E lutar.
[não, não vou me candidatar! rsrs]
marcelo doro
23 de novembro de 2007
Uma carta que nunca foi entregue
"quando escrevi esta carta, eu tinha trocado o nome da garota, mas resolvi chamala apenas de ela, não há outro nome que eu possa chamá-la, eu preciso manter uma certa privacidade."
A última vez em que eu a vi foi a uns dois anos atrás
E ela me disse que todos os românticos encontram o mesmo destino algum dia
Cínicos e bêbados, chateando alguém em algum bar escuro
Você ri, ela me disse, você acha que está imune
Se pudesse ver os teus olhos
Agora estão cheios de lágrimas
Você gosta de violetas, beijos e mulheres atraentes te dizendo
Todas aquelas lindas mentiras, estúpidas e hipócritas
Quando você vai perceber que são apenas mentiras
Você mudou muito, mas na verdade não mudou nada, ela me disse
É só que agora você romantiza essa dor que existe
Você tem lágrima nos olhos, e a nossa musica esta tocando
Acorde é só um sonho
Presta a atenção nas letras, elas cantam de amor tão doce,
E você quer acreditar nisto
Isto não existe...
Quando você vai apreender?
Ela está saindo com um cara que eu não conheço
Ela falou que tem medo de se envolver e não quer mais chorar
E todas as luzes da casa estão brilhando
Eu vou apagar esta maldita luz
Não quero ninguém vindo à minha mesa
Eu não tenho nada para conversar
Todos os bons sonhadores atravessam este caminho algum dia
Escondendo-se atrás de garrafas em bares escuros
Apenas uma noite escura antes que eu consiga minhas asas
E voe para longe...
É apenas uma fase...
Mas estes alcoólatras dias, demoram para passar!
Françoá
A última vez em que eu a vi foi a uns dois anos atrás
E ela me disse que todos os românticos encontram o mesmo destino algum dia
Cínicos e bêbados, chateando alguém em algum bar escuro
Você ri, ela me disse, você acha que está imune
Se pudesse ver os teus olhos
Agora estão cheios de lágrimas
Você gosta de violetas, beijos e mulheres atraentes te dizendo
Todas aquelas lindas mentiras, estúpidas e hipócritas
Quando você vai perceber que são apenas mentiras
Você mudou muito, mas na verdade não mudou nada, ela me disse
É só que agora você romantiza essa dor que existe
Você tem lágrima nos olhos, e a nossa musica esta tocando
Acorde é só um sonho
Presta a atenção nas letras, elas cantam de amor tão doce,
E você quer acreditar nisto
Isto não existe...
Quando você vai apreender?
Ela está saindo com um cara que eu não conheço
Ela falou que tem medo de se envolver e não quer mais chorar
E todas as luzes da casa estão brilhando
Eu vou apagar esta maldita luz
Não quero ninguém vindo à minha mesa
Eu não tenho nada para conversar
Todos os bons sonhadores atravessam este caminho algum dia
Escondendo-se atrás de garrafas em bares escuros
Apenas uma noite escura antes que eu consiga minhas asas
E voe para longe...
É apenas uma fase...
Mas estes alcoólatras dias, demoram para passar!
Françoá
21 de novembro de 2007
O Que é isto?....
Você pode sentir, ver, escutar?
Se não pode, então, de qualquer forma, não importa
Você nunca vai entender, pois acontece muito rápido
E a sensação é tão boa, é como caminhar sobre vidro
É tão legal, é tão excitante, é fantástica...
Você pode tocar, cheirar, e provar... é tão docê
Mas não faz diferença, pois ela te derruba pelos pés
Você quer tudo, mas você não pode ter...
Está chorando, sangrando, deitado no chão
Você cai em si e então você se desafia...
Você quer tudo, mas você não pode ter
Está na cara, mas você não pode agarrar
Está humilhado, maltrapilho, desolado...
Está vivo, com medo, uma mentira, um pecado
É mágico, é trágico, é uma perda, é uma conquista
É escuro, é úmido, é uma dor amarga
É triste que tenha acontecido
É uma vergonha que ainda se considere vivo...
Você quer tudo, mas você não pode ter
Está na tua cara, mas você não pode agarrar
O Que é isto?... O Que é isto?... O Que é isto?
isto é uma mulher ...
françoá
Se não pode, então, de qualquer forma, não importa
Você nunca vai entender, pois acontece muito rápido
E a sensação é tão boa, é como caminhar sobre vidro
É tão legal, é tão excitante, é fantástica...
Você pode tocar, cheirar, e provar... é tão docê
Mas não faz diferença, pois ela te derruba pelos pés
Você quer tudo, mas você não pode ter...
Está chorando, sangrando, deitado no chão
Você cai em si e então você se desafia...
Você quer tudo, mas você não pode ter
Está na cara, mas você não pode agarrar
Está humilhado, maltrapilho, desolado...
Está vivo, com medo, uma mentira, um pecado
É mágico, é trágico, é uma perda, é uma conquista
É escuro, é úmido, é uma dor amarga
É triste que tenha acontecido
É uma vergonha que ainda se considere vivo...
Você quer tudo, mas você não pode ter
Está na tua cara, mas você não pode agarrar
O Que é isto?... O Que é isto?... O Que é isto?
isto é uma mulher ...
françoá
20 de novembro de 2007
um espírito carente
Noites de lua e estrela cadente
Seu dedo apontando o horizonte
Seu cheiro me provoca na rua me torna presente
O clima chuvoso do monte
São imagens que vagam, me penetram e se propagam
Machucam meu corpo carente
Tardes de sol e raios reluzentes
Paisagens de bosques e fontes
Seu corpo macio tão cálido e quente
mostrando o caminho da fonte
São imagens que escapam, voltam e se espalham
Machucam meu corpo carente
Meu universo ficou reduzido a um pobre circo vazio
As tardes de sol... As noites de lua...
Tudo é tão sombrio, tudo é tão calmo
E eu vagando pelas ruas e inevitavelmente
São amigos que falam, palavras que calam
Machucam meu corpo carente
E isto não é amor, eu falo de gente...
françoá
Seu dedo apontando o horizonte
Seu cheiro me provoca na rua me torna presente
O clima chuvoso do monte
São imagens que vagam, me penetram e se propagam
Machucam meu corpo carente
Tardes de sol e raios reluzentes
Paisagens de bosques e fontes
Seu corpo macio tão cálido e quente
mostrando o caminho da fonte
São imagens que escapam, voltam e se espalham
Machucam meu corpo carente
Meu universo ficou reduzido a um pobre circo vazio
As tardes de sol... As noites de lua...
Tudo é tão sombrio, tudo é tão calmo
E eu vagando pelas ruas e inevitavelmente
São amigos que falam, palavras que calam
Machucam meu corpo carente
E isto não é amor, eu falo de gente...
françoá
um beijo com batom sabor de rosa
Ho...
Tolos, estúpidos, apaixonados....
que ódio vos tenho
e se fosse apenas ódio...
mas é acima de tudo
desprezo pelo tempo que perdi
sendo um dos vossos...
françoá
Tolos, estúpidos, apaixonados....
que ódio vos tenho
e se fosse apenas ódio...
mas é acima de tudo
desprezo pelo tempo que perdi
sendo um dos vossos...
françoá
17 de novembro de 2007
Retalhos
Estou, hoje, meio atordoado. Descobri que o mundo é uma grande conspiração. Laranjas até que são legais, mas quase ninguém gosta de couve. E o sol não existe – o Françoá que falou!
Deve ter alguém rezando neste momento. As vezes uma prece ajuda! Mas e se Deus não for perfeito? A razão pode confundir o coração.
Meus pés estão frios. Preciso limpar meu óculos. Por que você está lendo isso?
Joana d’Arc, Rosa Luxemburgo, Sharon Stone...
(Gostosa!)
Nicolau dos Santos Neto, Severino Cavalcanti, Roberto Jéferson...
(O que é ética, mesmo?)
Friedrich Nietzsche, Olívio Dutra, Moraes Moreira...
(Tudo bem, de perto ninguém é normal!)
Mas “há uma luz no fim do túnel e não é um trem na contra mão”. O pior nem sempre acontece. Já tive medo do escuro. Gato preto dá sorte para quem quer azar.
Comer alho faz bem!
Paus e pedras podem machucar,
Palavras também!
Se, pelo menos, meu time vencesse...
[marcelo doro]
Deve ter alguém rezando neste momento. As vezes uma prece ajuda! Mas e se Deus não for perfeito? A razão pode confundir o coração.
Meus pés estão frios. Preciso limpar meu óculos. Por que você está lendo isso?
Joana d’Arc, Rosa Luxemburgo, Sharon Stone...
(Gostosa!)
Nicolau dos Santos Neto, Severino Cavalcanti, Roberto Jéferson...
(O que é ética, mesmo?)
Friedrich Nietzsche, Olívio Dutra, Moraes Moreira...
(Tudo bem, de perto ninguém é normal!)
Mas “há uma luz no fim do túnel e não é um trem na contra mão”. O pior nem sempre acontece. Já tive medo do escuro. Gato preto dá sorte para quem quer azar.
Comer alho faz bem!
Paus e pedras podem machucar,
Palavras também!
Se, pelo menos, meu time vencesse...
[marcelo doro]
16 de novembro de 2007
Hermenêutica
“A vida é uma bebida sem gelo
Engolida às pressas, às vésperas da sede”
Dentre todos os seres que vivem, o homem é, até onde se sabe, o único que tem consciência da vida; o único que, além de existir, também quer interpretar a existência. O homem é, por excelência, um ser hermenêutico. Sim, todos nós hermeneuticos, no sentido de que estamos sempre atribuindo significações para o que vemos, e fazemos. Isso acontece mesmo quando não estamos prestando atenção, pois não é algo que precisamos construir; é espontâneo! Tudo o que chega até nós é preenchido de significado. E o significado não está nas coisas, não está no mundo; o significado está em nós, vem de nós.
Cactos existem e têm vida, mas não sabem que existem e não entendem que vivem. Dromedários também existem e também têm vida, mas, assim como os cactos, não sabem que existem e nem entendem que vivem. O homem é diferente: ele sabe que existe e entende que vive. Mas nem sempre entende a vida. A vida é difícil de significar. Esse é o ônus!
[A frase entre aspas, ali em cima, é uma adaptação livre de um trecho da música “Curtamentragem”, de autoria de Humberto Gessinger. A canção compõe a faixa 11 do álbum “Várias variáveis”, do Engenheiros do Hawaii. Ouçam, vale a pena!]
marcelo doro
Engolida às pressas, às vésperas da sede”
Dentre todos os seres que vivem, o homem é, até onde se sabe, o único que tem consciência da vida; o único que, além de existir, também quer interpretar a existência. O homem é, por excelência, um ser hermenêutico. Sim, todos nós hermeneuticos, no sentido de que estamos sempre atribuindo significações para o que vemos, e fazemos. Isso acontece mesmo quando não estamos prestando atenção, pois não é algo que precisamos construir; é espontâneo! Tudo o que chega até nós é preenchido de significado. E o significado não está nas coisas, não está no mundo; o significado está em nós, vem de nós.
Cactos existem e têm vida, mas não sabem que existem e não entendem que vivem. Dromedários também existem e também têm vida, mas, assim como os cactos, não sabem que existem e nem entendem que vivem. O homem é diferente: ele sabe que existe e entende que vive. Mas nem sempre entende a vida. A vida é difícil de significar. Esse é o ônus!
[A frase entre aspas, ali em cima, é uma adaptação livre de um trecho da música “Curtamentragem”, de autoria de Humberto Gessinger. A canção compõe a faixa 11 do álbum “Várias variáveis”, do Engenheiros do Hawaii. Ouçam, vale a pena!]
marcelo doro
14 de novembro de 2007
Não mais!
Decidi que não vou mais escrever sobre mulheres nesse Blog. Estou convencido de que não devemos tentar entender certas coisas, devemos apenas aceitar; e amar, pois como disse Nietzsche, o segredo da vida é amar aquilo que não se pode mudar (e aquilo que não se pode entender, acrescento eu!). No mais, são muitas variáveis a serem consideradas... nunca poderei falar com convicção e, sendo assim, é melhor eu nem falar. Calar-me-ei, portanto!!!
[mas não me levem a mal, e nem me chamem de incoerente, se eu, porventura, um dia, falar de amor! rsrs]
marcelo doro
[mas não me levem a mal, e nem me chamem de incoerente, se eu, porventura, um dia, falar de amor! rsrs]
marcelo doro
Mulheres, mulheres… (errata)
Num post anterior classifiquei a personalidade feminina como doce, salgada ou insossa. Uma tipificação bastante simplista, considerando-se a complexidade do objeto em questão. Para além dessas personalidades, há de se considerar outras, menos freqüentes, mas não menos relevantes. É o caso, por exemplo, das mulheres de personalidade picante. São as apimentadas. Combinam com o doce e o salgado, sem jamais serem insossas. São atraentes e, aparentemente, inofensivas (assim como uma malagueta), mas podem queimar. Tem de ser saboreadas aos poucos, pelo menos no início. E não são para todos os paladares; apenas para os mais refinados, para aqueles que apreciam o que a vida pode oferecer de mais intenso.
Na descrição de Mademoiselle L. W. E., “as apimentadas são de personalidade forte, são contestadoras (quase de “esquerda”), de pouca paciência (embora também sejam, as vezes, bastante dedicadas); estão sempre muito apressadas, querendo fazer mil coisas ao mesmo tempo; mas gostam do que fazem!”
Tudo indica que, assim como acontece com quem decide saborear pratos apimentados, a relação com mulheres de personalidade picante pode ser desconfortável, no início; mas, depois, a intensidade do sabor vem como recompensa. Há os que nunca provaram, há os que provaram e se queimaram! Há os que não gostam, há os que não vivem sem!
marcelo doro
Na descrição de Mademoiselle L. W. E., “as apimentadas são de personalidade forte, são contestadoras (quase de “esquerda”), de pouca paciência (embora também sejam, as vezes, bastante dedicadas); estão sempre muito apressadas, querendo fazer mil coisas ao mesmo tempo; mas gostam do que fazem!”
Tudo indica que, assim como acontece com quem decide saborear pratos apimentados, a relação com mulheres de personalidade picante pode ser desconfortável, no início; mas, depois, a intensidade do sabor vem como recompensa. Há os que nunca provaram, há os que provaram e se queimaram! Há os que não gostam, há os que não vivem sem!
marcelo doro
12 de novembro de 2007
Voltei... ou retornando?
Atendendo a milhares de pedidos, ou para ser mais exato... apenas três pedidos, volto a postar no blog.
Mas não vou postar musicas, nem poesias, nem contos bestas ou crônicas pobres.
Também não vou ficar fazendo lamentações, aquelas choradeiras de tolos apaixonados que perderam as suas amadas, ou estas que nunca souberam na verdade que eram amadas.
Vou ser sutil, (se é que sei o que isto significa na verdade...).
Não vou ficar falando de nobreza ou sabedoria, sou sábio o suficiente para saber o meu lugar, e nisto reside a verdadeira sabedoria... ponha-se no seu lugar, mas não quero dizer que você deva permanecer lá.
Sou um tolo, estúpido, cínico, talvez um pouco "mau caráter", mas com aqueles que realmente me importo sou extremamente sincero, (e eles sabem disso...).
Não quero pensar em inglês, do tipo " I could be wrong... I could be right...!", estou mais calmo, "...ando devagar porque já tive pressa e levo este sorriso, porque já chorei demais..."
É tão fácil ser feliz que não acreditamos na felicidade, temos que complicar sempre, não sei o que eu preciso ter ou ainda ser, para me declarar "EU SOU FELIZ!!!"
Dinheiro...? Mulheres...? Amigos...? Emprego (aqui diferencia-se de trabalho)...?...
Pô, eu tenho tudo isso, na quantidade exata que um homem normal precisa ter para ser feliz., e ainda tenho mais, tenho uma família linda que eu amo muito e eles sabem disso, e a Deus agradeço todas as noites.
Tenho uma turma de amigos que são quase perfeitos, se todos fossem perfeitos, seriam uns chatos, e nesta imperfeição encontra-se a beleza.
Tenho uma saúde de touro, jogo meu futebol (da minha maneira é claro, sou melhor no computador do que no campo...rsrsrs).. Como eu disse tenho tudo, mas sou um dos chatos deste mundo.
Não me considero feliz... Posso dizer que estou satisfeito.
Na verdade sou um afortunado, e como todo bom rico, nunca estamos satisfeito, sempre queremos mais...
Mas também não sou destes melancólicos de merda que ficam reclamando de tudo à todos... tenho raiva de "emo"... o racinha bem hipócrita, os "emos" que não me levem à mal, ou melhor danem-se...
por enquanto é só, já escrevi demais, e não falei o que queria ...
ass: o chato do françoá
Mas não vou postar musicas, nem poesias, nem contos bestas ou crônicas pobres.
Também não vou ficar fazendo lamentações, aquelas choradeiras de tolos apaixonados que perderam as suas amadas, ou estas que nunca souberam na verdade que eram amadas.
Vou ser sutil, (se é que sei o que isto significa na verdade...).
Não vou ficar falando de nobreza ou sabedoria, sou sábio o suficiente para saber o meu lugar, e nisto reside a verdadeira sabedoria... ponha-se no seu lugar, mas não quero dizer que você deva permanecer lá.
Sou um tolo, estúpido, cínico, talvez um pouco "mau caráter", mas com aqueles que realmente me importo sou extremamente sincero, (e eles sabem disso...).
Não quero pensar em inglês, do tipo " I could be wrong... I could be right...!", estou mais calmo, "...ando devagar porque já tive pressa e levo este sorriso, porque já chorei demais..."
É tão fácil ser feliz que não acreditamos na felicidade, temos que complicar sempre, não sei o que eu preciso ter ou ainda ser, para me declarar "EU SOU FELIZ!!!"
Dinheiro...? Mulheres...? Amigos...? Emprego (aqui diferencia-se de trabalho)...?...
Pô, eu tenho tudo isso, na quantidade exata que um homem normal precisa ter para ser feliz., e ainda tenho mais, tenho uma família linda que eu amo muito e eles sabem disso, e a Deus agradeço todas as noites.
Tenho uma turma de amigos que são quase perfeitos, se todos fossem perfeitos, seriam uns chatos, e nesta imperfeição encontra-se a beleza.
Tenho uma saúde de touro, jogo meu futebol (da minha maneira é claro, sou melhor no computador do que no campo...rsrsrs).. Como eu disse tenho tudo, mas sou um dos chatos deste mundo.
Não me considero feliz... Posso dizer que estou satisfeito.
Na verdade sou um afortunado, e como todo bom rico, nunca estamos satisfeito, sempre queremos mais...
Mas também não sou destes melancólicos de merda que ficam reclamando de tudo à todos... tenho raiva de "emo"... o racinha bem hipócrita, os "emos" que não me levem à mal, ou melhor danem-se...
por enquanto é só, já escrevi demais, e não falei o que queria ...
ass: o chato do françoá
11 de novembro de 2007
Domingo
O sol ilumina, lá fora, com o mesmo desgosto que eu sinto me atormentar, aqui dentro. Ambos parecemos indispostos demais para brilhar! Mas ele voltara triunfante; eu, talvez...
E amanhã é segunda!
(marcelo doro)
E amanhã é segunda!
(marcelo doro)
7 de novembro de 2007
Eu queria inventar uma piada
Sim, eu queria inventar uma piada. Acontece que eu não sei como fazer. A fórmula parece simples: uma situação qualquer, aparentemente normal, mas que tem um desfecho excepcional, extraordinário ou coisa do tipo. Mas não é fácil. E o mais intrigante nem é o fato de eu não conseguir "bolar" uma anedota, é o fato de eu não conhecer ninguém que o tenho feito. É estranho que dentre todas as pessoas que eu conheço e que contam piadas (umas muito bem, outras pessimamente!), nenhuma seja autora das piadas que conta. Nunca pude presenciar a situação em que o indivíduo, na roda, chama a atenção e diz: "Agora vou contar uma minha!". Eis um mistério humorístico.
Marcelo Doro
Marcelo Doro
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